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sexta-feira, 12 de junho de 2026

Próximo Destino: Brasília, a capital do Brasil!

Olá, galera! 

Neste post vamos contar como foi a nossa viagem à capital do Brasil!

A belíssima Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida.

Sempre achamos Brasília uma cidade muito interessante, especialmente por sua arquitetura marcante de Oscar Niemeyer. Além disso, é uma das capitais mais novas do Brasil, ficando atrás apenas de Palmas, no Tocantins.

E lá fomos nós embarcar em mais um destino.

Começamos comprando as passagens para Brasília. Pagamos um valor bem em conta: R$ 530,00 ida e volta, com voo direto saindo de São Paulo.

Depois, fomos buscar informações sobre o que fazer na cidade e encontramos um city tour de ônibus gratuito!

Então, reservamos nossos ingressos para o mesmo dia da nossa chegada em Brasília.

Também procuramos visitas ao Congresso, ao Itamaraty e a outros órgãos públicos, mas, infelizmente, não havia disponibilidade para os dias em que estaríamos por lá.

Sendo assim, buscamos mais informações sobre os pontos turísticos que queríamos visitar. Nesse roteiro, também incluímos uma cidade de Goiás que fica pertinho de Brasília e que há muito tempo queríamos conhecer: Pirenópolis! (que já mostramos no post anterior).

Com as malas prontas e o roteiro concluído, era hora de embarcar.

Chegamos cedo ao aeroporto de Guarulhos (GRU Airport) para aproveitar a sala VIP Advantage VIP Lounge (Terminal 2), que faz parte do programa Priority Pass do nosso cartão de crédito. Sem saber, pelo horário em que chegamos, conseguimos aproveitar tanto o café da manhã quanto o almoço na sala.

O almoço na sala VIP foi macarrão ao molho branco com uma carne
para acompanhar, que estava muito saboroso!

Faltavam apenas 30 minutos para o início do embarque, então fomos até o portão.

O voo estava bem cheio. Foi servido um lanche simples — se é que dá para chamar de “lanchinho” — acompanhado de bebida (água, café ou suco).

Um modesto lanchinho servido pela Latam nos voos domésticos.

Pela janela, era possível ver uma névoa no horizonte — causada pelas queimadas que atingiam o Centro-Oeste do Brasil. Em meados de setembro e outubro, os incêndios são recorrentes nessa região, o que é uma pena, já que muitas vezes o fogo é criminoso e acaba destruindo grandes áreas de mata nativa, além de afetar a fauna e a flora locais.

A fumaça das queimadas na região Centro-Oeste
era visível pela janela do avião.

Foram apenas 1 hora e 40 minutos de um voo tranquilo, sem turbulência, até chegarmos ao Aeroporto Internacional de Brasília – Presidente Juscelino Kubitschek.

Continua...

quinta-feira, 11 de junho de 2026

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sábado, 27 de março de 2021

Jujuy - Dia 5: Purmamarca

No quinto dia em Jujuy, eu decidi voltar à Purmamarca, dessa vez, por conta própria.

Acordei um pouco mais tarde do que nos outros dias, já que eu não tinha compromisso com ninguém rsrs, tomei café no hostel, me preparei e saí em direção ao terminal de ônibus de Tilcara para comprar uma passagem para Purmamarca.

No dia anterior eu já havia consultado os horários:

Decidi pegar o das 09:45.

Paguei ARS 30,00 na passagem.

E parti com destino à Purmamarca. A duração da viagem é de 40 a 50 minutos aproximadamente. Não leva mais de 1 hora, isso com certeza.

De volta ao colorido Cerro de los siete colores.

Eu decidi voltar à Purmamarca, porque senti que deveria curtir mais o lugar. No dia que visitei com a ADN Travel, o tempo não estava bom e eu fiquei querendo mais. 

Terminal de ônibus de Purmamarca, que fica logo na entrada da cidade.

Eu achei bem bonitinho o terminal.

De lá saem ônibus pra tudo que é lugar.

Assim que cheguei, como já eram quase 11:00 e o Cerro de los siete colores fica mais bonito com suas cores destacadas a partir desse horário, eu caminhei voltando pela Ruta 52 até o Mirador del Cerro de los siete colores.

Caminhada rápida, coisa de 6 a 10 minutos, dependendo da velocidade.

Daí, meus amigos, dá-lhe foto! Eu posicionei meu tripé próximo à pista e mandei ver. 

O cerro estava lindo!! Bem colorido e vivo! Eu amo essa paisagem!

Foto de bogueirinha!! kkkkkk

Gosto tanto que essa virou plano de fundo do meu celular rsrs
Reparem nas cores fortes! Detalhe: não tem edição nenhuma.

Um zoom para ver de perto esse fenômeno da natureza.

Fiz um amiguinho rsrs Olha que fofo!! 😍

Essa lhama estava para poucos amigos.
Tentei tirar foto dela, ela virou a cara!! 😂 

Depois dessa sessão de fotos rsrs eu caminhei de volta à cidade de Purmamarca. 

E tava quente esse dia gente! O sol reinava! Deu pra perceber pelo céu azul e as cores muito vivas né?! Tava top pra fotografar!

Chegando na cidade, eu caminhei pelas ruas de Purmamarca e fiz registros daquele lugar simples, mas cheio de vida! 



Iglesia Santa Rosa de Lima.

Em frente à igreja tem uma praça e foi lá que comprei um filtro dos sonhos feito de uma árvore da região chamada churqui. O moço que estava vendendo me deu a dica de como lembrar do nome, ele disse: 

"- Lembra do "turkey" em inglês!" e isso funciona mesmo rsrs

Plaza 9 de Julio.

Eu tenho uma mini coleção de filtros dos sonhos dos lugares que visitei.

E esse de Purmamarca ainda tem detalhes feitos da árvore regional 💙

Filtro dos sonhos com detalhes feitos da árvore churqui.

Depois disso, eu subi novamente no Cerro El Porito para ter aquela famosa vista de Purmamarca e do Cerro de los siete colores.

Para acessar o El Porito, paga-se ARS 10,00 e ele fica um pouco escondido, no Paseo de los ColoradosDa praça, você segue até o final de uma rua chamada Florida.

A rua Florida e lá no fundo a praça. Seguindo da praça até o final dela você chega ao El Porito.

Mas quando você olha pra cima lá das ruas, você vê o que mais parece um formigueiro: um morro com pessoas lá em cima rsrs É pra lá que você tem que seguir.

Cerro El Porito ao fundo.

Cerro El Porito.

Você paga os ARS 10,00 na entrada e sobe o monte. A subida não é difícil, mas tem que ir com calçado adequado, ou seja, tênis.

Entrada do El Porito.

Cerro El Porito: Purmamarca.



Cerro de los siete colores.

Quando desci no El Porito, segui pelo Paseo de los Colorados para explorar a região.

O Paseo de los colorados é bem deserto. Tem algumas casas no caminho e até hotéis, mas fora isso...nada e ninguém. Mas não tenham medo, é super tranquilo. De vez em quando você encontrará alguém explorando assim como você. 


Los Colorados Cabanãs Boutique. Olha que interessante!

Seguindo até o final do Paseo de los Colorados, você vai encontrar paisagens bacanas pra tirar fotos e pra ficar ali na paz, sem barulho nenhum, distante um pouco de tudo.




Nesse dia em Purmamarca almocei no restaurante Bramasole e paguei ARS 180,00 no prato. Comida simples, bem caseirinha, porém achei o lugar muito aconchegante e tinha música ao vivo, o que é um plus.

Bati muita perna ainda em Purmamarca e era hora de começar a se despedir dessa cidade querida. 

Lá comprei lembrancinhas para a família e amigos, tem muito mais opção do que qualquer outro lugar em Jujuy, na minha opinião. Vale a pena comprar essas coisas em Purmamarca e os valores são bem melhores que em Tilcara, por exemplo. 

Mais um registro da Plaza 9 de Julio.

E chegou a hora de dar tchau! Já passava das 16:00 e eu ia pegar o ônibus das 16:40 de volta à Tilcara.

Mais um registro da onde fica localizado o terminal de ônibus de Purmamarca. Ao fundo, o centrinho.

Novamente, ARS 30,00 na passagem de volta à Tilcara.

Voltei à Tilcara e o resto do final do dia aproveitei para descansar, organizar minhas coisas e curtir a hospedagem no hostel. 

O engraçado foi que no hostel conheci um senhor argentino que já havia morado no Brasil e ele bateu o maior papo comigo. Eles realmente tem um carinho muito especial pelo Brasil.

Também conheci uma galera que havia acabado de chegar no quarto que eu estava hospedada no hostel: um cara da Espanha e outras duas meninas e um cara de Buenos Aires. 

Hostel é assim, acabam puxando conversa, você acaba sabendo um pouco da origem de cada um e nunca se sente realmente sozinho rsrsrs

Por hoje é só galera, mas não sai daí que tem mais no próximo post!


sábado, 31 de outubro de 2020

Florianópolis - Dia 02

No Carolina Apart Hotel não tinha opção de café da manhã incluso e gratuito, apenas um local na frente do próprio hotel, pago.
Porém já tínhamos abastecido a geladeira com itens para preparar o nosso próprio café da manhã, já que no Apart tinha geladeira e fogão.

Depois do nosso café da manhã colocamos o pé na estrada em sentido a Praia Brava.
Paramos no Mirante da Brava para contemplar a visão que é bem bonita!


Vista do Mirante da Brava.

Praia Brava

Após um banho de mar, seguimos em direção a Barra da Lagoa, que fica a 40 minutos, mais ao centro da ilha.

Estrada boa e sem muitos carros.

Chegando a Barra da Lagoa o problema foi achar um lugar para estacionar, rodamos e nada, o jeito era deixar no estacionamento mesmo, ele possuía banheiro (não tão limpo, porém existia).
Caminhamos uns 5 minutos e chegamos a praia da Barra da Lagoa e vimos que é uma praia bem movimentada.



Atravessamos o canal da Barra e fomos andando em sentido a Trilha das Piscinas Naturais.







Após caminhar na trilha chegamos a um ponto onde existe uma pedra gigante e não sabíamos por onde descer. Nos espantamos ao ver que para acessar as piscinas naturais era necessário descer aquela ladeira de pedra totalmente íngreme!





Descemos e para a nossa surpresa, tinha uma barraquinha para vender bebidas! 


Na parte esquerda superior da imagem é possível ver a pedra íngreme!




Piscina Natural.

Não me atrevi a descer as pedras para ir na água, preferimos voltar e lá fomos de volta pela trilha.
Na volta da trilha paramos na Praia do Leste, uma pequena praia com muitas pedras. 




Antes de voltar para nosso hotel fomos visitar um amigo do Lu, passando pela rua avistamos o Projeto TAMAR Florianópolis, porém como era final de tarde, não compensaria pagar e fazer a visita às pressas.







Onde esse amigo estava hospedado era o hostel The Search House, que quando entramos para aguardar por ele, vimos como era grande o complexo desse hostel, com uma boa infraestrutura, até pista de skate tinha!

Papo vai papo vem era hora de nos despedimos dele e voltamos para o nosso hotel.

E o dia terminava sem aquele pôr do sol sensacional, visto no dia anterior. ☹️



... continua